
Foram tantas as coisas que ficaram lá trás...
Sentimentos que não voltam mais, e que ficam guardados aqui, esperando ressurgir um dia, talvez...
Eu ainda sinto saudade, de tanta coisa...
espero, por tanta coisa...
sonho com o seu sorriso....
imagino a sua voz...
consigo ouvir a sua risada...
tenho o brilho dos seus olhos dentro dos meus...
sinto o seu calor...
E ainda acredito que mesmo estando do outro lado do seu mundo, sente a mesma coisa que eu!

5 comentários:
Cris...
O amor aproxima todas as distâncias!...
Beijos!
Ah... que belo!!! Saudade é coisa estranha de sentir, né? Mas eu gosto... hehehe!!!
Pode deixar que qdo precisar de enfermeira chamo vc, tá? Hahahaha!!!! Beijos, queridona!
As vezes...
O amor não flui... Sabia?
Eu bem que desejaria ser lido.
E chamado de querido, por que não?
Não precisaria de palavras...
Só bastaria olhar.
Não um olhar comum.
Um olhar que bastasse-me.
Somente conter a alma que pede.
Bastaria um olhar...
Não um olhar qualquer...
Mas, um olhar que pede...
Um beijo de carinho.
De bem querer.
Ter nos olhos um bem querer...
E saber que o mundo gira.
E podemos girar juntos.
Com alegria de saber que não bastam beijos comuns...
já tivemos tantos...
E cadê a sede?
De ser solto, completo, envolto...
Em sorrisos do fundo de uma alma alva, e ÚNICA.
Ler seus olhos sem palavras...
E sentir o que sinto...
Saudade, falta...
Sei lá.
E a música tocando...
Continuando...
Livre.
Pois amor é como vento.
Não sabemos de onde ele vem...
Apenas sentimos.
E sentir reporta a infância
De onde saimos e voltamos
quando estamos juntos.
Em pensamento
Em cada momento
Em cada palavra...
Dada, ofertada, ou retida...
Saida de nosso "eu"
Eu e você...
Palavra esvoançante que pousa..
Repousa em nosso sentimento.
Criando "ares" de festa.
Quem vem e contesta um fluir?
Posso ir e voltar sem ensaios.
Pois palavras criam-se belas.
Belas e feitas por ti... Viu?
Inspiração composta de canção.
Sem sensura, e sem rasuras...
E ficaria aqui a noite toda...
Saberia que estaria sendo lido...
E relido em cada uma das palavras.
Temendo ser repetitivo.
Só pra ser egocentrico.
E tendo-a só para mim...
Num jardim
Numa tarde
De outono...
Ou na primavera...
quando passar o inverno...
quando o coração voa solto e leve.
C-O-M-O A-G-O-R-A.
Beijos...
Dorme uma mão sobre o fogo,
Selando os lábios que sussurram nas sendas do castelo,
Como um grito amordaçado.
Sonha com um corpo cansado
De tantas mágoas passadas
E nada tendo alcançado
Paira um sopro nas asas da tempestade,
Como um corpo crucificado no crepúsculo esmorecido
Da manhã divinizada.
Espelha-se no segredo a confidência do absoluto
Cantando gritos na aurora do infinito
Onde se espraia o amplexo da gaivota mutilada
Pelo fúnebre enlace da corda que pinta os momentos
Na esmorecida miragem de um labirinto deserto.
Dorme um anjo sobre a areia…
Sentir saudades é tão lindo... triste, mas lindo.
Besos
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