
"Ouve-me, ouve o meu silêncio. O que falo nunca é o que falo e sim outra coisa. Capta essa outra coisa de que na verdade falo porque eu mesma não posso."
O meu silêncio soa doído perto de quem está comigo...
É como se eu tivesse que falar o tempo, pra fazer com que sintam que estou bem...
O meu silêncio deve doer. Deve ferir, porque não entendem que quando meus olhos se perdem na imensidão do nada, eu simplesmente estou viajando dentro de mim... e não estou infeliz, do contrário.
E é assim que eu sou, isso que não falo e nem ouso dizer é o que de melhor tem dentro de mim...

1 comentários:
Cris... nada é mais fascinante que uma viagem dentro de nós próprios!...
Beijos!
Postar um comentário